Todos farinha do mesmo saco

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Ontem (26), o governador do Estado, o Simão Jatene, teve um ataque de puritanismo (deve ser reação do “stend” recente que foi colocado no governador) na hora do seu discurso lá pelo Tapanã (Belém) durante a entrega de casa populares por parte do Ministério das Cidades (circula um vídeo na internet). Dizem que, pelo contexto, as expressões usadas por Simão foram direcionadas aos Barbalho, onde, do clã, estavam o Helder e a Elcione presentes.

Acho que os dois grupos que polarizam a política no Pará são “farinha do mesmo saco” (Os modos operacionais são praticamente os mesmos um do outro). O que pode existir, é um grupo político menos pior.

É o momento para o surgimento de novas lideranças. O Pará já merecia uma outra realidade!

Abaixo, algumas das expressões usadas por Simão no seu discurso:

“Precisamos virar uma página da história e da política deste país, onde um político diz “eu faço”, “eu estou trazendo”. […] É lamentável, sem dúvida, que muitos, ao invés de servirem ao público, se serviram do público.”

“Amigos, eu não poderia não vir [ao ato das entregas das casas]. eu vinha de muleta, de cavalo, de barco, eu vinha de qualquer jeito. Porque a luta pela casa própria, a luta pela residência não é uma invenção de discurso de agora.”

“Quando criamos o Cheque-Moradia, todos diziam que isso era quase impossível. […] Hoje, serve de referência. E alguns vêm tentando criminalizar esse programa para que ele acabe, mas não vai acabar porque é do povo do Pará.”